Casamentos
DJ ou banda para o casamento: o que escolher
Depende do que querem para a pista de dança. Uma banda garante espetáculo ao vivo em partes da noite, mas normalmente com pausas entre atuações e um repertório mais limitado às músicas que os músicos dominam. Um DJ garante música sem interrupções do início ao fim, com liberdade total para mudar de género, ritmo ou artista em segundos, consoante o que a pista estiver a pedir.
O que muda na prática
Uma banda precisa de tempo de montagem e de soundcheck, e costuma fazer intervalos entre sets — é nesses intervalos que muitas pistas esvaziam, porque não há continuidade sonora. Um DJ não tem esse problema: a música nunca para, e a transição de um estilo para outro acontece sem ninguém perceber. Isso é especialmente relevante à noite, quando a pista precisa de ritmo constante para não morrer.
Também há mais controlo sobre o repertório. Uma banda toca o que sabe tocar; um DJ tem acesso a praticamente qualquer música alguma vez gravada, o que facilita incluir os pedidos dos convidados sem quebrar o ambiente.
Onde uma banda pode fazer sentido
Para momentos específicos — cerimónia, cocktail — uma banda ou um músico a solo pode dar um toque diferente que vale a pena. Nada impede combinar as duas coisas: banda ou música ao vivo num momento pontual, DJ a garantir o resto do dia e a pista de dança até ao fim.
A nossa experiência
O trabalho que fazemos vem de anos como DJs residentes em bares e discotecas: ler a sala, perceber o momento certo de mudar e nunca deixar a pista morrer. É essa leitura constante, mais do que o repertório em si, que costuma fazer a diferença entre uma pista cheia às 2h da manhã e uma vazia à meia-noite.
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